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Fila única: Amor coletivo

17/04/2012

Se todo mundo pensasse que nosso objetivo nos relacionamentos é tornar o outro uma pessoa melhor, não teriamos tantos problemas na matetmática conjugal - leia-se por relacionamento qualqur coisa que envolva o coração, não importndo se por poucas noites ou décadas a fio. Se cada uma de nós pensa que está preparando um ótimo namorado para a próxima namorada do seu namorado, todos os homens seia mais dóceis e, assimm, estariamos todas bem assistidas. Num dia elas, noutro nós. O mesmo vale para namoradas. Imagina só, se as moças já viesse com a lição de casa feita e não tentassem (nunca mais) disputar a atenção com o Mesa-Redonda? E, quando digo melhorar o outro, quero dizer dar sem pedir nada em troca, apenas contando com a premissa lógica de que, em algum lugar, há outra pessoa fazendo o mesmo por você. Digamos que é um jeito coletivo de ver o amor. Se fosse assim haveria menos gente traumatizada circulando por aí. Bando de despreparados sofridos que somos... Vacilões para todos os gostos e tamanhos. No fundo, somos um bando de bípedes com medo de dar e receber (não neecessariamente nessa ordem). Se fossemos uma sociedade emocionalmente organizada, conseguiriamos nao só torrar menos o mundo consumindo por pura ansiedade, como chegariamos com mais facilidade à tão desejada felicidade - que nada mais é do que o exato momento em que querermos o que temos e temos o que queremos. Ponto. Quem sabe assim, treinados por nós mesmo, conseguiriamos até ser mais estáveis enos separar menos... Mas, não importa, em separando, a idéia seria sorrir e pensar: agora há alguém que foi treinadinho esperando por mim lá fora! Mas não... preferimos a mesquinhez do meo, a infantilidade do egoismo e seguimos todos os analfabetos emocionais, batendo de um lado a outro. Amando e sofrendo (não necessariamente nessa ordem)
Não, não é suruba, é organização mesmo !

Fernanda Magalhães

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